Dívida de 48 cêntimos motiva execução fiscal
Duarte Mello Guimarães ficou "perplexo" quando, recentemente, o revisor responsável por lhe fiscalizar as contas lhe disse ter recebido uma notificação insólita da Direcção-Geral de Impostos (DGCI). O motivo? Duas empresas do ramo imobiliário de que é accionista e a cujo conselho de administração preside - a Bem Lembrados Administração de Bens I e II - estavam a ser alvo de um processo de execução fiscal que podia acabar com um congelamento de contas e penhora caso não pagasse uma dívida ao fisco. Mas o que mais surpreendeu o empresário foi o valor em questão: 48 cêntimos por cada empresa.
Jornal I online, 2009-08-24
No país do deixa andar, continuamos com leis dos tempos da “Carochinha” e do “João Ratão”, em que ninguém mexe uma palha, nem que seja para evitar “parvalheiras” destas.
Já lá vão trinta e tal anos e só nos saem “duques”!
Duarte Mello Guimarães ficou "perplexo" quando, recentemente, o revisor responsável por lhe fiscalizar as contas lhe disse ter recebido uma notificação insólita da Direcção-Geral de Impostos (DGCI). O motivo? Duas empresas do ramo imobiliário de que é accionista e a cujo conselho de administração preside - a Bem Lembrados Administração de Bens I e II - estavam a ser alvo de um processo de execução fiscal que podia acabar com um congelamento de contas e penhora caso não pagasse uma dívida ao fisco. Mas o que mais surpreendeu o empresário foi o valor em questão: 48 cêntimos por cada empresa.
Jornal I online, 2009-08-24
No país do deixa andar, continuamos com leis dos tempos da “Carochinha” e do “João Ratão”, em que ninguém mexe uma palha, nem que seja para evitar “parvalheiras” destas.
Já lá vão trinta e tal anos e só nos saem “duques”!
1 comentário:
É o país que temos...3 mundista!
abraço
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